Publicado por Carlos (Brocas) em 22/10/2009
Não era bem esta prenda que eu lhe dava, mas, dado que isto é um blogue publico, tenho de ter alguma contenção.

Publicado em 22/10/2009 às 09:22 e está arquivado em Alhos Vedros.
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Manuel Norberto Baptista Forte disse
Van Zeller, é um sub produto de duvidosa qualidade,desta sociedade de consumo. Só tem a vantagem de ter um avultado pecúlio pessoal, ser patrão, e o (des)Governo Sócrates (versão 1), lhe ter dado muita atenção como lhe deram também em sede de concertação social. Veremos o que faz o “recauchutado” Governo de Sócrates (o Português), versão 2.
Dylan disse
As palavras do Eng. Van Zeller, Presidente da Confederação da Indústria Portuguesa, de que “os salários baixos são necessários para 25% das nossas exportações”, opondo-se veementemente ao aumento do salário mínimo, é de quem fala de barriga cheia, pois não se encontra entre aqueles 300 000 trabalhadores que auferem 450 euros mensais.
O senhor saberá que a maior parte dos patrões portugueses tem uma baixa escolaridade aliada a uma ainda pior qualificação profissional? Não será isto o verdadeiro entrave ao desenvolvimento empresarial do mundo moderno e às consequentes exportações que tanto apregoa? No país dos patrões e dos doutores, é bom relembrar que o mero trabalhador é o dínamo de qualquer empresa, e também por isso, deve ser condignamente pago e motivado.
Travestido de “quadro superior”, o patrão português almeja ser um empresário de sucesso – com um ar sério e a característica gravata da moda -, mas o que melhor consegue fazer é aumentar o fosso entre os salários dos trabalhadores e os de topo. Resquícios do Estado Novo onde faltam-lhes destreza, criatividade, inovação, e fundamentalmente, empatia.
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